Em relatório fiscal oficial para investidores, a Activision detalhou alguns planos para o futuro, entre eles os planos para o lançamento de Diablo III, produção da Blizzard, atual "empresa-irmã" da editora.
Além de um novo Call of Duty programado para este ano (como se você não imaginasse que isso iria acontecer, claro), a companhia confirmou que Diablo III sai ainda neste semestre - mais precisamente no segundo trimestre do ano. Até junho estamos acertados, então? E aquele papo de que o jogo sairia "no início de 2012"? Provavelmente furou...
Diablo III é o terceiro capítulo da clássica série de ação em terceira pessoa que acabou por influenciar toda uma geração de jogos no estilo ''dungeon crawler'', e uma das séries mais icônicas dos RPGs. O estilo oferece ao jogador a chance de explorar cavernas, masmorras e toda a sorte de ambientes hostis, enfrentando os mais variados inimigos e conseguindo equipamentos cada vez mais poderosos. Nesta edição, o game pretende ser primordialmente cooperativo, permitindo que os jogadores se juntem de forma rápida às partidas.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Jogos News - 5 minutos do novo Silent Hill
A Konami divulgou mais um vídeo de Silent Hill: Downpour, próxima versão de sua popular série de horror de sobrevivência. O vídeo mostra cinco minutos da "ação" do game, sem spoilers.
Mais do horror de Silent Hill - o que você achou?
Silent Hill: Downpour marca o retorno da franquia ao Xbox 360 e PlayStation 3, trazendo um enredo completamente original, onde o protagonista Murphy Pendleton, um condenado que se encontra preso ao malévola e enevoado mundo de Silent Hill. Pendleton começa o jogo perdido e sozinho na floresta dos arredores da cidade, quando o transporte que o levava para a prisão sofre um acidente.
A partir daqui o jogador toma as rédeas da história, que o leva a um cenário expansivo, inédito e claustrofóbico, onde o jogador nunca está sozinho de verdade. As telas reveladas mostram duas novas áreas da cidade maldita: The Diner e The Devil's Pit.
Também foi confirmado que o game oferecerá suporte à tecnologia de 3D estereoscópico, que exige o uso de óculos especiais durante a exibição. Além disso, o tema do jogo, Silent Hill, composta por Dan Licht (Dexter), será tocado pelo Korn, banda de New Metal.
O título deve estrear em 25 de março nos EUA.
Mais do horror de Silent Hill - o que você achou?
Silent Hill: Downpour marca o retorno da franquia ao Xbox 360 e PlayStation 3, trazendo um enredo completamente original, onde o protagonista Murphy Pendleton, um condenado que se encontra preso ao malévola e enevoado mundo de Silent Hill. Pendleton começa o jogo perdido e sozinho na floresta dos arredores da cidade, quando o transporte que o levava para a prisão sofre um acidente.
A partir daqui o jogador toma as rédeas da história, que o leva a um cenário expansivo, inédito e claustrofóbico, onde o jogador nunca está sozinho de verdade. As telas reveladas mostram duas novas áreas da cidade maldita: The Diner e The Devil's Pit.
Também foi confirmado que o game oferecerá suporte à tecnologia de 3D estereoscópico, que exige o uso de óculos especiais durante a exibição. Além disso, o tema do jogo, Silent Hill, composta por Dan Licht (Dexter), será tocado pelo Korn, banda de New Metal.
O título deve estrear em 25 de março nos EUA.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Otaku News - Tiozinho da Revistas e Cia no G1!
Olha ai, quem é de Fortaleza e fã de mangás e quadrinhos em geral deve conhecer a figura, ele virou matéria no site G1 da globo! http://g1.globo.com/ceara/noticia/2012/02/colecionador-do-ceara-reune-150-mil-revistas-em-quadrinhos.html
Uma paixão que já dura uma vida. Aos 59 anos de idade, Silvyo Amarante admira, lê e coleciona todos os tipos de quadrinhos desde os seis. São mais de 150 mil revistas espalhadas em quatro depósitos, além dos exemplares que tem na loja que montou há 15 anos em Fortaleza, um estoque tão grande quanto a coleção particular. Para Amarante, o hobby virou estilo de vida.
Clássicos da década de 1940, como as revistas "O Guri e Gibi", que acabaram virando sinônimo de quadrinhos no Brasil, também fazem parte da coleção. Mas Amarante revela que o acervo vai além dos quadrinhos. Ele diz ter todas as edições da "Revista do Esporte" e da revista masculina "Playboy", por exemplo. "Uma vez tive a ideia de fazer um museu para consultas. Um dia um estudante veio e roubou sete Playboys minhas. Me zanguei e acabei com o museu", conta o colecionador, que tem como peça mais antiga uma revista portuguesa de 1904. Fã de criações dos desenhistas e roteiristas Hall Foster (1892-1982) e Frank Miller, autores de "O Príncipe Valente" e "A queda de Murdock", respectivamente, Amarante fala com orgulho das obras que guarda como tesouros. "'O Príncipe Valente' é deslumbrante. Fazer algo assim em uma época sem recursos, imagino o que ele [Foster] faria hoje", afirma.
“Graças a minha coleção me tornei amigo de artistas que admiro, como Al Rio [Mulher Maravilha], Ed Bennes [Liga da Justiça] e Clark Kenji Yamamoto [artista independente]. Já trabalhei escrevendo monólogos para Chico Anysio e conheci outros tantos talentos, me sinto um privilegiado”, afirma o colecionador que já foi chamado de louco por parentes e amigos.
O começo
A paixão começou quando ele passou a ler as charges da revista “O Cruzeiro”, em especial, “Os Amigos da Onça”, que o dono de uma fábrica de sapatos no Centro de Fortaleza colava nas paredes do estabelecimento. “Eu tinha seis anos e morava vizinho à fábrica. Passava horas lendo as charges e o dono me emprestava um cavalete para eu ler as mais altas”, conta o colecionador.
Nessa época, passou a pedir quadrinhos ao pai como presente. Aos 10 anos, quando já frequentava uma feira de colecionadores aos domingos no Centro de Fortaleza, encontrou um senhor tentando se desfazer de uma pilha de revistas. “Passei o dia inteiro na casa dele. Voltei para casa umas 21h em um carro cheio de revistas, no meu colo, no banco de trás, no porta-malas, umas de duas mil que eu comprei sem ter um tostão no bolso. Saí da casa do velhinho dizendo que meu pai ia pagar”, afirma.
Mas, ao chegar em casa, o garoto fã de quadrinhos encontrou todos chorando pelo desaparecimento dele. “Quando me viram com revistas, meu pai disse para não falarem nada porque eu era doido”, disse sorrindo . “Meu pai pagou tudo para o velhinho”, lembra. O problema passou a ser o espaço para guardar tantos quadrinhos. O tempo passou e Silvyo Amarante, aos 17 anos, montou a primeira loja, localizada no Centro da cidade com cinco funcionários.
Juventude
“O piso do mezanino era coberto de posteres de mulheres nuas, todos tinham de tirar os sapatos para entrar. O pessoal adorava, não era fácil conseguir aquilo” contou. A loja só durou um ano, a proprietária do prédio não quis renovar o contrato de aluguel porque achava o ambiente “errado”. O jovem então partiu para a faculdade, fez seis semestres de economia e seis de administração, largou as duas faculdades e disse para o pai que se continuasse seria “um péssimo administrador e um economista medíocre”.
“Ele [o pai] me respondeu que eu só servia para duas coisas, cuidar de uma casa de jogos ou de uma livraria. Ele estava certo, acabei abrindo uma lotérica [em 1984] e o nome era Quadrinhos. As pessoas achavam que era por causa da cerâmica nas paredes, mas era por causa das revistas que estavam por toda parte”, conta. Mas antes da lotérica, em 1982, Silvyo se casou e passou por tempos financeiros difíceis.
Sem espaço
Amarante conta que eles alugaram dois apartamentos no Bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. No 3º andar eles moravam, no 2º funcionava um depósito de revistas. A renda melhorou quando o colecionador conseguiu a lotérica. “Eu tinha revistas em todo lugar, em casa, no apartamento de baixo, nas escadarias do prédio, na casa da minha mãe, numa fazenda do meu pai e na lotérica. Chegou ao ponto de as pessoas encontrarem revistas até nas mesas usadas para fazer os jogos”, diz Amarante, que se tornou pai também em 1984.
Em dezembro de 1989, Amarante usou tudo que tinha na poupança (10 milhões de cruzados) e o dinheiro da venda de um terreno (50 milhões de cruzados) para comprar a coleção de três mil exemplares de um amigo empresário. “Depois de vender 598 exemplares, consegui 183 milhões de cruzados’’, uma espécie de vingança, segundo ele, contra os que consideraram a compra uma loucura.
Com o aumento da coleção, Amarante disse que um depósito que pudesse receber todo o acervo se fez necessário. O colecionador, então, preparou um grande depósito ao lado da casa do pai por volta de 1994. A mudança do material foi feita em um dia, o mesmo em que ele prestigiava uma apresentação de Chico Anysio onde declamava o texto “M”, escrito por Amarante e que virou livro em 2011 (Editora Expressão Gráfica). As caixas foram empilhadas para serem arrumadas depois.
“Naquela noite teve uma chuva fina, o riacho perto da casa do meu pai subiu. No dia seguinte me ligaram falando que o depósito tinha alagado. Só lembro de abrir duas caixas com coleções estragadas: Roy Rogeres [década de 50, Editora Brasil-América] e Gene Autry [década de 40, Editora Brasil-América] dos números um ao 100, duas das mais valiosas que eu tinha. Daí pra frente só lembro que passei o dia jogando caixas foras”, conta, acrescentando, “o trauma foi tão grande que de lá para cá só entrei umas 20 vezes no depósito, não gosto”.
Mesmo “desencantado” por causa do incidente do alagamento, a coleção do empresário cresceu consideravelmente, preenchendo quatro depósitos. Para ele, o lado fã ainda é o mais forte. Em 1996, desfez-se da lotérica e montou a loja, onde também adquire exemplares para coleção sempre que tem oportunidade, readquirindo, inclusive, todos os números de Roy Rogeres e Playboys.
O lojista garante que não vende itens da coleção, a menos que tenha mais de um exemplar, o que é comum. Sendo assim, a loja que mantém há 15 anos tem desde artigos à venda em qualquer banca de jornal a itens especializados e raros. “Hoje, comercialmente o mais rentável são os comics [histórias em quadrinhos no estilo norte-americano], mas os que vendo em maior quantidade são os mangás [estilo japonês]. Mas também tenho fumetti [estilo italiano], manhwa [quadrinhos asiáticos], europeu e até os independentes”, conta.
Uma paixão que já dura uma vida. Aos 59 anos de idade, Silvyo Amarante admira, lê e coleciona todos os tipos de quadrinhos desde os seis. São mais de 150 mil revistas espalhadas em quatro depósitos, além dos exemplares que tem na loja que montou há 15 anos em Fortaleza, um estoque tão grande quanto a coleção particular. Para Amarante, o hobby virou estilo de vida.
Clássicos da década de 1940, como as revistas "O Guri e Gibi", que acabaram virando sinônimo de quadrinhos no Brasil, também fazem parte da coleção. Mas Amarante revela que o acervo vai além dos quadrinhos. Ele diz ter todas as edições da "Revista do Esporte" e da revista masculina "Playboy", por exemplo. "Uma vez tive a ideia de fazer um museu para consultas. Um dia um estudante veio e roubou sete Playboys minhas. Me zanguei e acabei com o museu", conta o colecionador, que tem como peça mais antiga uma revista portuguesa de 1904. Fã de criações dos desenhistas e roteiristas Hall Foster (1892-1982) e Frank Miller, autores de "O Príncipe Valente" e "A queda de Murdock", respectivamente, Amarante fala com orgulho das obras que guarda como tesouros. "'O Príncipe Valente' é deslumbrante. Fazer algo assim em uma época sem recursos, imagino o que ele [Foster] faria hoje", afirma.
“Graças a minha coleção me tornei amigo de artistas que admiro, como Al Rio [Mulher Maravilha], Ed Bennes [Liga da Justiça] e Clark Kenji Yamamoto [artista independente]. Já trabalhei escrevendo monólogos para Chico Anysio e conheci outros tantos talentos, me sinto um privilegiado”, afirma o colecionador que já foi chamado de louco por parentes e amigos.
| Colecionador tem todos os números de "Roy Rogeres" e "Aí Mocinho", da Editora Brasil-América. (Foto: Diana Vasconcelos/G1 Ceará) |
A paixão começou quando ele passou a ler as charges da revista “O Cruzeiro”, em especial, “Os Amigos da Onça”, que o dono de uma fábrica de sapatos no Centro de Fortaleza colava nas paredes do estabelecimento. “Eu tinha seis anos e morava vizinho à fábrica. Passava horas lendo as charges e o dono me emprestava um cavalete para eu ler as mais altas”, conta o colecionador.
Nessa época, passou a pedir quadrinhos ao pai como presente. Aos 10 anos, quando já frequentava uma feira de colecionadores aos domingos no Centro de Fortaleza, encontrou um senhor tentando se desfazer de uma pilha de revistas. “Passei o dia inteiro na casa dele. Voltei para casa umas 21h em um carro cheio de revistas, no meu colo, no banco de trás, no porta-malas, umas de duas mil que eu comprei sem ter um tostão no bolso. Saí da casa do velhinho dizendo que meu pai ia pagar”, afirma.
Mas, ao chegar em casa, o garoto fã de quadrinhos encontrou todos chorando pelo desaparecimento dele. “Quando me viram com revistas, meu pai disse para não falarem nada porque eu era doido”, disse sorrindo . “Meu pai pagou tudo para o velhinho”, lembra. O problema passou a ser o espaço para guardar tantos quadrinhos. O tempo passou e Silvyo Amarante, aos 17 anos, montou a primeira loja, localizada no Centro da cidade com cinco funcionários.
| No mural de autógrafos, o colecionador exibe artes exclusivas de Al Rio, Maurício de Souza e Ziraldo. (Foto: Diana Vasconcelos/G1 Ceará) |
Juventude
“O piso do mezanino era coberto de posteres de mulheres nuas, todos tinham de tirar os sapatos para entrar. O pessoal adorava, não era fácil conseguir aquilo” contou. A loja só durou um ano, a proprietária do prédio não quis renovar o contrato de aluguel porque achava o ambiente “errado”. O jovem então partiu para a faculdade, fez seis semestres de economia e seis de administração, largou as duas faculdades e disse para o pai que se continuasse seria “um péssimo administrador e um economista medíocre”.
“Ele [o pai] me respondeu que eu só servia para duas coisas, cuidar de uma casa de jogos ou de uma livraria. Ele estava certo, acabei abrindo uma lotérica [em 1984] e o nome era Quadrinhos. As pessoas achavam que era por causa da cerâmica nas paredes, mas era por causa das revistas que estavam por toda parte”, conta. Mas antes da lotérica, em 1982, Silvyo se casou e passou por tempos financeiros difíceis.
Sem espaço
Amarante conta que eles alugaram dois apartamentos no Bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. No 3º andar eles moravam, no 2º funcionava um depósito de revistas. A renda melhorou quando o colecionador conseguiu a lotérica. “Eu tinha revistas em todo lugar, em casa, no apartamento de baixo, nas escadarias do prédio, na casa da minha mãe, numa fazenda do meu pai e na lotérica. Chegou ao ponto de as pessoas encontrarem revistas até nas mesas usadas para fazer os jogos”, diz Amarante, que se tornou pai também em 1984.
Em dezembro de 1989, Amarante usou tudo que tinha na poupança (10 milhões de cruzados) e o dinheiro da venda de um terreno (50 milhões de cruzados) para comprar a coleção de três mil exemplares de um amigo empresário. “Depois de vender 598 exemplares, consegui 183 milhões de cruzados’’, uma espécie de vingança, segundo ele, contra os que consideraram a compra uma loucura.
| Texto do monólogo "M" foi publicado em um livro pelo colecionador. (Foto: Diana Vasconcelos/G1 CE) |
Com o aumento da coleção, Amarante disse que um depósito que pudesse receber todo o acervo se fez necessário. O colecionador, então, preparou um grande depósito ao lado da casa do pai por volta de 1994. A mudança do material foi feita em um dia, o mesmo em que ele prestigiava uma apresentação de Chico Anysio onde declamava o texto “M”, escrito por Amarante e que virou livro em 2011 (Editora Expressão Gráfica). As caixas foram empilhadas para serem arrumadas depois.
“Naquela noite teve uma chuva fina, o riacho perto da casa do meu pai subiu. No dia seguinte me ligaram falando que o depósito tinha alagado. Só lembro de abrir duas caixas com coleções estragadas: Roy Rogeres [década de 50, Editora Brasil-América] e Gene Autry [década de 40, Editora Brasil-América] dos números um ao 100, duas das mais valiosas que eu tinha. Daí pra frente só lembro que passei o dia jogando caixas foras”, conta, acrescentando, “o trauma foi tão grande que de lá para cá só entrei umas 20 vezes no depósito, não gosto”.
Mesmo “desencantado” por causa do incidente do alagamento, a coleção do empresário cresceu consideravelmente, preenchendo quatro depósitos. Para ele, o lado fã ainda é o mais forte. Em 1996, desfez-se da lotérica e montou a loja, onde também adquire exemplares para coleção sempre que tem oportunidade, readquirindo, inclusive, todos os números de Roy Rogeres e Playboys.
O lojista garante que não vende itens da coleção, a menos que tenha mais de um exemplar, o que é comum. Sendo assim, a loja que mantém há 15 anos tem desde artigos à venda em qualquer banca de jornal a itens especializados e raros. “Hoje, comercialmente o mais rentável são os comics [histórias em quadrinhos no estilo norte-americano], mas os que vendo em maior quantidade são os mangás [estilo japonês]. Mas também tenho fumetti [estilo italiano], manhwa [quadrinhos asiáticos], europeu e até os independentes”, conta.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Jogos News - Rock 'n Roll Racing 3D
Rock'n' Roll Racing é um clássico inesquecível, de uma época mais inocente, quando jogos eram mais simples e ouvir uma trilha sonora de rock em 16-bit era a mais pura emoção que só se equiparava a dar cólera do dragão no chuveiro.
Eis que um grupo de programadores (e fãs) russos vai nos presentear com um remake 3D do jogo. Como era de se imaginar, o game não tem qualquer envolvimento da Blizzard ou da Interplay, empresas originais, e é assim mesmo que vai rolar, já que o jogo vai ser lançado gratuitamente nas interwebs.
O jogo foi anunciado em 2009, mas só agora ganhou o primeiro trailer. Os produtores garantem que o jogo virá com as músicas originais, falas do narrador e também terá a possibilidade de modificações, ou mods.
O site do grupo está neste link e contém novidades sobre o projeto. Fique com o primeiro trailer, abaixo.
Eis que um grupo de programadores (e fãs) russos vai nos presentear com um remake 3D do jogo. Como era de se imaginar, o game não tem qualquer envolvimento da Blizzard ou da Interplay, empresas originais, e é assim mesmo que vai rolar, já que o jogo vai ser lançado gratuitamente nas interwebs.
O jogo foi anunciado em 2009, mas só agora ganhou o primeiro trailer. Os produtores garantem que o jogo virá com as músicas originais, falas do narrador e também terá a possibilidade de modificações, ou mods.
O site do grupo está neste link e contém novidades sobre o projeto. Fique com o primeiro trailer, abaixo.
| Rock'n' Roll Racing 3D |
Jogos News - Edições especiais de Sanctuary Battle
A Namco Bandai revelou que jogadores europeus terão a opção de comprar duas edições especiais para Saint Seiya: Sanctuary Battle. A primeira delas é a mais interessante e acompanha uma tiara dourada, inspirada pela armadura do cavaleiro de Sagitário. A segunda edição especial vem com a própria caixa da armadura de Sagitário. Mas claro, sem a armadura dentro --- risos.
Outros brindes acompanham os dois pacotes, como blusas, uma caixa bonitona e conteúdos por download encartados em código. As duas edições especiais estão confirmadas somente para a Europa. Ainda temos que esperar para ver se teremos novidade similar por aqui - já que o game vai ser lançado oficialmente no Brasil.
Saint Seiya: Sanctuary Battle é exclusivo de PlayStation 3 e, como o nome sugere, é baseado no clássico manga e anime Cavaleiros do Zodíaco, de Masami Kurumada, exibido originalmente no Brasil pela extinta Rede Manchete.
No game, os jogadores controlam os cinco principais Cavaleiros de Bronze (Shiryu de Dragão, Shun de Andrômeda, Seiya de Pégaso, Ikki de Fênix e Hyoga de Cisne) e enfrentam guerreiros do Santuário enquanto atravessam as 12 casas para salvar Saori Kido, a deusa Atena.
Saint Seiya: Sanctuary Battle foi produzido pela Dimps, com produção da Akira Sanoe, mas é classificado como um "título de ação cinemática corpo a corpo", sendo diferente das edições da série para o PlayStation 2, também produzidas pela Dimps.
O lançamento é aguardado para março.
Outros brindes acompanham os dois pacotes, como blusas, uma caixa bonitona e conteúdos por download encartados em código. As duas edições especiais estão confirmadas somente para a Europa. Ainda temos que esperar para ver se teremos novidade similar por aqui - já que o game vai ser lançado oficialmente no Brasil.
No game, os jogadores controlam os cinco principais Cavaleiros de Bronze (Shiryu de Dragão, Shun de Andrômeda, Seiya de Pégaso, Ikki de Fênix e Hyoga de Cisne) e enfrentam guerreiros do Santuário enquanto atravessam as 12 casas para salvar Saori Kido, a deusa Atena.
Saint Seiya: Sanctuary Battle foi produzido pela Dimps, com produção da Akira Sanoe, mas é classificado como um "título de ação cinemática corpo a corpo", sendo diferente das edições da série para o PlayStation 2, também produzidas pela Dimps.
O lançamento é aguardado para março.
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